janeiro 01, 2006
2006
E finalmente o ano novo chegou! Estou adorando, so far! :c) Passamos o revéillon em casa. Comemos bem, bebemos um pouco, dançamos com o auxílio luxuoso da VH1, que passou as melhores músicas de todos os tempos e seus respectivos clips em horas de transmissão quase sem intervalos. Foi um daqueles "túnel do tempo" que o Falabella costumava apresentar no Vídeo Show, lembram? Uma coisa.
Dancei tanto que fiquei com dor de cabeça. Meu urso, no entanto, arriscou apenas uns passos cuidadosos (tão desajeitados que me encheram de ternura). À noite, lá pras dez, demos uma volta na vizinhança. Estava mais ou menos sete, oito graus abaixo de zero. Uma temperatura muito agradável*. Como sempre, ninguém nas ruas, apenas alguns jovens indo para festas e os bêbados, que não sentem o frio como o resto de nós.
À meia-noite alguns fogos, vermelhos, dourados (daqueles que explodem em milhares de estrelas lindas) e azuis. Liguei pro Rio quase à meia-noite de lá, três da manhã daqui, e desejei de todo o coração que esse ano nos traga muita saúde. O resto é alegria extra. Fomos dormir no meio da madrugada, exaustos e felizes. (Apesar da notícia que os tios do Stefan foram roubados no Rio e perderam duas câmeras, telefone celular, algumas roupas e o diário de viagem que estavam fazendo. Fiquei tristíssima, mas, eu avisei e eles não ouviram).
* Quem vive aqui sabe que sete abaixo de zero é praticamente verão. Eu reclamo da neve e do frio intensíssimo (tipo 25 abaixo de zero), mas quando está assim, frio mas não em demasia (até dez abaixo de zero), eu adoro. Ainda mais, tenho um casaco milagroso, botas ótimas e luvas fofas e quentes. Na cabeça não ponho nada porque detesto chapéus/boinas/gorros.
A palavra em sueco do dia é början, o começo.

